Em nota, a Polícia Federal observou que o corpo foi encontrado com "indicativo de suicídio". Além dele não havia outros presos na carceragem. A Polícia Federal instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias do fato.
A Polícia Federal era responsável pelo caso porque Roso tinha foro privilegiado por ser procurador da República em Canoas, na Região Metropolitana, e não poderia ser investigado pela Polícia Civil. Por isso, o caso era analisado pelos desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região.
Após ser encontrado morto, o corpo do procurador foi encaminhado para Departamento Médico Legal (DML) do Instituto Geral de Perícias (IGP). O irmão do procurador, o deputado estadual Juliano Roso (PCdoB), foi até a superintendência da Polícia Federal para acompanhar o caso.
O procurador da República já tinha respondido a outro processo por crime de trânsito, desacato e lesão corporal, em 2004. Anos depois, ele foi condenado pela lesão corporal, mas o crime prescreveu e não houve punição.
G1 RS

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