Para jornalista que chegou a ser conduzido coercitivamente na Operação Carbono 14, em abril de 2016, força-tarefa da Procuradoria na Lava Jato 'achou que havia encontrado a bala de prata contra o PT, ligando esse caso à morte de Celso Daniel, tese que se mostrou estapafúrdia’
Marcelo Godoy - Estadão
Proprietário do site Opera Mundi, Altman havia sido alvo de condução coercitiva na Operação Carbono 14, desdobramento 27 da Lava Jato, em 1.º de abril do ano passado, e se tornara réu na mesma ação, na qual o Ministério Público Federal (MPF) apurava a possível ligação entre um empréstimo de R$ 6 milhões feito por Ronan com a morte do então prefeito de Santo André, Celso Daniel (PT), ocorrida em 2002.
A suspeita fora levantada pelo publicitário Marcos Valério – o dinheiro seria um ‘cala boca’ para Ronan, amigo de um dos acusados do assassinato, o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, morto em 2016. “Fui vítima de uma irresponsabilidade do Ministério Público Federal.”
O processo da Carbono 14, uma referência à morte de Daniel, termina sem prova de que o empréstimo de Ronan tenha ligação com o crime.
Leia, a seguir, entrevista com Breno Altman.: 'Tudo aquilo que eu vinha dizendo há um ano, sou inocente', diz ...
Fonte do Blog do Magno Martins.
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