Alguma coisa está fora da ordem quando se trata da formação de motoristas. Essa percepção vem de longa data, revelando-se em mais de uma forma. Desde as estatísticas das causas de acidentes ao índice de reprovação dos candidatos a condutor. Em ambos, o processo de ensino está diretamente relacionado. A reprovação atinge números vergonhosos, tendo pautado debate na Assembleia Legislativa nesta semana. Nos últimos anos, mais da metade dos candidatos não passaram nos testes teóricos e práticos. A deputada Socorro Pimentel cravou em 69% os reprovados, de janeiro a outubro deste ano, no estado. E comparou, citando dados do Detran-PE, o número com o mesmo período de 2016, quando se anotou 60%. A deputada, ao comparar, centrou fogo no uso de simuladores, considerando-os desnecessários e encarecedores dos cursos. Encarecedores não tenhamos dúvida, pois a obrigatoriedade, desde janeiro, rebate nos valores dos cursos. Quanto à necessidade ou não do equipamento, a polêmica persistirá, embora parte dos especialistas defendam. Certo é que a formação dos condutores é frágil. Quem se submeteu a aulas em autoescolas sabe que boa parte destas prepara o candidato somente para obter a Carteira Nacional de Habilitação e não para enfrentar o trânsito, a cada dia mais engarrafado e com motoristas impacientes. O equívoco está na lógica do ensino.
Santo por lixo
Indiscutível o propósito religioso de se construir nichos. Não quando se está diante do erguido na Praça da Paz, em Afogados. Pedestres, ao notarem a ausência de imagens sacras, descartam sacos plásticos vazios, palitos de picolé e pedaços de vidro.
Indiscutível o propósito religioso de se construir nichos. Não quando se está diante do erguido na Praça da Paz, em Afogados. Pedestres, ao notarem a ausência de imagens sacras, descartam sacos plásticos vazios, palitos de picolé e pedaços de vidro.
Pedra na luminária
Nem a pintura nova da estátua do Parque 13 de Maio, na Boa Vista, sensibilizou os vândalos. Tacaram pedras na luminária da estátua. Com fissuras, a luminária tende a se desmanchar em pouco tempo. Melhor substituir por uma peça nova.
Rondas aguardadas
Mesmo desacreditado do poder público, Antonio Henrique Ferreira da Silva aguarda resposta ao pedido que fez à polícia. Ele sonha com rondas na esquina da Rua Henrique Milet com a Avenida Maurício de Nassau, na Iputinga, onde assaltos são frequentes.
Horários dos crimes
São conhecidas as horas, no começo da manhã e fim de tarde, em que os assaltantes agem no encontro da Avenida Maurício de Nassau e Rua Henrique Milet. Moradores da Iputinga colocam o pé na esquina, nessas horas, apenas se extremamente necessário.
Fugindo da orla
O movimento de pessoas andando e correndo na orla de Boa Viagem, segundo comerciantes do calçadão, tem diminuído nos fins de tarde e começo da noite, principalmente nos lugares distantes dos quiosques e das praças. Seria o medo de furtos e roubos.
Câmeras em teste
Pontos de videomonitoramento estão em teste entre os km 10 e Km 14 da Estrada de Aldeia, em Camaragibe. É o primeiro de quatro trechos da rodovia atendido pelo projeto De olho em Aldeia, resultado da ação conjunta do Fórum Socioambiental com a Polícia Militar.
Rotas de fuga
Quando será todo posto em prática não se sabe, mas o projeto De Olho em Aldeia mapeou as principais rotas de fuga ao longo de 20 quilômetros da Estrada de Aldeia. Foram 18 rotas, como as de Peroba, Macacos e Águas Finas. Nelas, pretende-se instalar câmeras.
Nem a pintura nova da estátua do Parque 13 de Maio, na Boa Vista, sensibilizou os vândalos. Tacaram pedras na luminária da estátua. Com fissuras, a luminária tende a se desmanchar em pouco tempo. Melhor substituir por uma peça nova.
Rondas aguardadas
Mesmo desacreditado do poder público, Antonio Henrique Ferreira da Silva aguarda resposta ao pedido que fez à polícia. Ele sonha com rondas na esquina da Rua Henrique Milet com a Avenida Maurício de Nassau, na Iputinga, onde assaltos são frequentes.
Horários dos crimes
São conhecidas as horas, no começo da manhã e fim de tarde, em que os assaltantes agem no encontro da Avenida Maurício de Nassau e Rua Henrique Milet. Moradores da Iputinga colocam o pé na esquina, nessas horas, apenas se extremamente necessário.
Fugindo da orla
O movimento de pessoas andando e correndo na orla de Boa Viagem, segundo comerciantes do calçadão, tem diminuído nos fins de tarde e começo da noite, principalmente nos lugares distantes dos quiosques e das praças. Seria o medo de furtos e roubos.
Câmeras em teste
Pontos de videomonitoramento estão em teste entre os km 10 e Km 14 da Estrada de Aldeia, em Camaragibe. É o primeiro de quatro trechos da rodovia atendido pelo projeto De olho em Aldeia, resultado da ação conjunta do Fórum Socioambiental com a Polícia Militar.
Rotas de fuga
Quando será todo posto em prática não se sabe, mas o projeto De Olho em Aldeia mapeou as principais rotas de fuga ao longo de 20 quilômetros da Estrada de Aldeia. Foram 18 rotas, como as de Peroba, Macacos e Águas Finas. Nelas, pretende-se instalar câmeras.
Do Diário de Pernambuco

Nenhum comentário:
Postar um comentário