A Polícia Civil da Paraíba divulgou, neste sábado (30), informações preliminares sobre o homicídio que vitimou o agricultor Jaelson Patrício Izídio de Queiróz, de 53 anos, no município de Congo, localizado na região do Cariri paraibano.
De acordo com as investigações iniciais conduzidas pelo Núcleo de Homicídios/GTE e pelo Plantão Centralizado de Monteiro, a vítima saiu de casa nas primeiras horas da manhã da última sexta-feira (29), como fazia diariamente para realizar a ordenha de animais em uma propriedade rural.
A demora incomum no retorno chamou a atenção dos familiares, que iniciaram buscas pela região. Por volta do meio-dia, o corpo de Jaelson foi encontrado em uma área de mata no Sítio Água Doce, a aproximadamente 150 metros do curral onde ele costumava trabalhar.
Próximo ao local onde o corpo foi localizado, estavam espalhados objetos utilizados pela vítima durante a atividade rural, entre eles um balde de leite, uma faca e um saco de palma.
Equipes policiais e peritos foram acionados para o atendimento da ocorrência. Durante a análise preliminar da cena do crime, foi constatado visualmente um ferimento compatível com disparo de arma de fogo na região do tórax.
A área foi isolada para os procedimentos periciais e os primeiros levantamentos investigativos. Segundo a Polícia Civil, o local apresenta características de difícil acesso e baixa circulação de pessoas, o que pode representar um desafio adicional para as investigações.
Familiares e testemunhas começaram a ser ouvidos formalmente pelas equipes responsáveis pelo caso. Até o momento, não foram identificados indícios de desavenças, conflitos anteriores ou ameaças envolvendo a vítima.
A Polícia Civil informou que todas as linhas de investigação permanecem abertas e que diligências seguem em andamento para esclarecer as circunstâncias do crime, identificar os responsáveis e determinar a motivação do homicídio.
A instituição reforçou seu compromisso com a rápida elucidação do caso e solicitou a colaboração da população por meio do Disque Denúncia 197. As informações podem ser repassadas de forma anônima, com garantia de sigilo absoluto.
Fonte: Polícia Civil da Paraíba – Assessoria de Comunicação da Delegacia Geral.

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